Saltar para o conteúdo

João da Silva, marquês de Gouveia

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
João da Silva, marquês de Gouveia
Ocupação diplomata

D. João da Silva, 2.º Marquês de Gouveia, 7.º conde de Portalegre, sucedeu ao pai D. Manrique da Silva.

Sucedeu ao pai como mordomo-mor dos reis D. João IV, D. Afonso VI e D. Pedro II e no lugar de conselheiro de Estado. Teve o tratamento de Marquês parente e de título de juro e herdade conforme a Lei Mental.

Foi presidente do Desembargo do Paço, ministro plenipotenciário de Portugal para o Tratado de Lisboa (1668)[1] e embaixador em Madrid.

Dados genealógicos

[editar | editar código-fonte]

Casamentos:

  1. com D. Maria de Pimentel Pereira, filha do 6.º conde da Feira;
  2. com D. Luísa Maria de Meneses, filha de D. Pedro de Noronha e Sousa, 9.º senhor de Vila Verde e de sua mulher D. Juliana de Noronha; era irmã do 1.º conde de Vila Verde.

Como não teve herdeiros, a sucessão de sua casa recaiu em sua irmã, D. Juliana de Lencastre, casada com o 5º conde de Santa Cruz, D. Martinho Mascarenhas. O filho do casal, seu sobrinho se tornará o 3.º marquês de Gouveia.

Referências